Estamos então, à procura das palavras. Tentamos assim delegar a elas a ingrata tarefa de expressar as nossas dores.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Como nem só de zica se vive a vida, deixou aí minha farofa de cenoura e gengibre que foi a sensação do almoço de casa hoje.
Você pica minúsculo 1 cebola pequena e põe a refogar em fogo baixo com azeite e manteiga a gosto (espero que você goste de muito). Enquanto isso, rale 1 cenoura média e um pedaço de gengibre de uns 5 cm previamente descascados. Põe lá na panela para refogar junto e abre uma cerveja. Mexe um pouco, põe sal e pimenta, mexe mais, coloca um ovo e vai mexendo. Quando estiver tudo perfeitamente refogado, desliga o fogo e põe a farinha de sua preferência (eu prefiro a branca, sem torrar), mas não muita, pra farofa não ficar muito seca. Acrescente cebolinha picada bem fino (o que você fez antes de tomar a cerveja) e sirva com o que quiser.
Quem me lê no twitter sabe que eu estou passando uma fase estranha há uns 4 meses, mas que se intensificou nas últimas 3 semanas. No meio dessa confusão, nós nos mudamos e o que era pra ser muito bacana virou uma piada de mau gosto.
No meio disso tudo, aplausos para o R., que não me deixou enlouquecer e pegou esse boi pelo chifre, organizando e colocando coisas no lugar.
No mais, a vida segue por aqui.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Com "algum" atraso - uns 5 anos, talvez - eu assisti "A Rainha". Na verdade, quando vi na programação, achei que fosse o filme com a Cate Blanchett, e não com a Helen Mirren, mas quando começou, eu decidi ver assim mesmo.
Fiquei bastante impressionada com o filme. A monarquia inglesa, seja ela no século 18 ou no 20, vai me encantar sempre. Toda a história que carrega, toda a cerimônia, as tradições, tudo isso me encanta. Como diz a Rainha-Mãe num determinado momento do filme, a rainha representa uma dinastia que tem mil anos. Uau.
Bom, outra coisa que me encantou muito foi a caracterização da persoganem. Até a voz esganiçada da rainha a atriz principal recriou, além das expressões faciais muito contidas e do gestual restrito de Queen Elizabeth II, que não queria ser rainha mas está no poder há 50 anos.
Fora um ou outro exagero, como um Charles totalmente submisso e bobão e Tony Blair como um atrapalhado herói, o filme é sensacional.
Como disse tia Batata, o Oscar deveria ter um prêmio chamado Hellen Mirren. Luxo.
Assinar:
Postagens (Atom)