segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Olha, "A rede social" é o filme mais chato da história da humanidade e ganhou o Globo de Ouro. Não entendi nada.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Não estou conseguindo me acertar com a limpeza das minhas panelas de inox, elas estão manchadas. Tentei um sabão em pasta mas não deu resultado. Alguém tem uma dica?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A situação da serra fluminense é tão surreal que não dá para comentar. Nada.
Você apanha, apanha, apanha. Tenta catar seus pedaços, seus cacos, mas toma outra pancada. Tonteando, tateando, catando cavaco, você tentar se levantar. Tá escuro, você não enxerga nada; outra pancada. Dessa vez, é mais forte, você começa a ver estrelas. Rocky Balboa é uma moça perto deste que te bate sem critério.
Sim, senhores, essa é a minha vida hoje: tentando me esquivar dos socos, colocando meus dentes no lugar, mas sabendo que mais cedo ou mais tarde, novas pancadas virão.
Help.
Oi, meu nome é Adrina e, para não contrariar as expectativas, meu joelho direito está provando que quer me ferrar.

sábado, 1 de janeiro de 2011

De repente me deu vontade de ficar escrevendo sobre comida, mas eu tenho preguiça de assumir compromissos.
Por sugestão da Priscila Armani, na terça que passou nós fomos comer pastel de camarão no Peixe Boi. Olha, de fato, o recheio do pastel é excelente. O espeto de camarão também estava bom, e a lula na manteiga, também.
A minha única crítica à comida, na verdade, estava no molho de pimenta. Conversei com o garçom e disse que um pastel daquela qualidade merecia um molho de pimenta feito na casa, com cuidado, e não aquela porcaria ardida e sem gosto.
A minha receita de molho de pimenta é essa:

1 copo americano de pimentas dedo de moça, inteiras
1 copo de azeite (não precisa ser extra virgem, mas não vá avacalhar)
1 copo de vinagre de maçã
1 copo de molho de tomate (tipo Pomarola ou Salsaretti)
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de sopa rasa de sal
1 par de luvas

Calce as luvas, antes de mais nada. Sério. Se você não calçar, eu não dou a receita. Colocou? Bom, já de luvas, lave as pimentas, seque com papel toalha e tire os cabinhos. Se você quiser um molho bem forte, deixe com as sementes; se preferir um molho mais civilizado, tire as sementes com cuidado para não coçar o olho na sequência. Jogue tudo no liquidificador e bata até o molho ficar na consistência desejada. Guarde em vidros esterilizados, na geladeira.
As quantidades variam conforme o seu gosto pessoal, mas essa é uma receita básica para você ter um molho de pimentas decente em sua geladeira.
Ontem eu errei a mão na dosagem alcoólica e amanheci mal. Na verdade, eu entardeci, porque acordei depois do meio dia. Alguns litros de chá verde depois, cá estou, semi recuperada.
Tá fazendo um friozinho em Belorizonte, e me deu vontade de comer pão fresco. Fazer pão é algo que me agrada muito, apesar de os meus no quesito "modelagem" serem uns frankensteinszinhos, feios de dar dó. Não dá trabalho nenhum, suja pouca vasilha e, além do mais, carboidrato é vida.
Eu uso máquina de pão há 2 anos e gosto muito; não foi um eletrodoméstico que ficou criando poeira, como a máquina de sorvete (grade fiasco do ano) e o desidratador. A minha é simples, modelo Panini da Britânia e faz pães pequenos, de 450g aproximadamente. No início, eu usava a máquina para assar o pão, mas tirar aquele bloco de dentro da forma era muito, muito complicado. Um dia resolvi preparar apenas a massa (que fica excelente, fermentada na temperatura adequada) para assar no forno, e deu super certo.
O pão de hoje foi preparado assim:
1 copo medida de farinha de trigo comum
1 copo medida de farinha de grano duro (farinha de semolina)
1 ovo dentro do copo medida, completando com leite morno até chegar a 0,5 cm da borda
1 colher de chá* de açúcar (*unidade maior da colher medida)
1 colher de café* de sal (*unidade menor da colher medida)
1 colheres de café* de fermento biológico seco
1 colher de chá* de azeite
1 colher de chá* de alho em flocos
1 colher de chá* de orégano seco
1 e 1/2 colher de chá* de parmesão ralado
Você põe na máquina, na seguinte ordem: ovo com leite, açúcar, fermento, farinha, azeite, sal, alho, orégano e o parmesão, liga na função "massa" e deixa ela fazer o trabalho pra você. Quanto estava pronto, eu dividi a massa em 4 partes, fiz pães redondos e deixei mais 4o minutos no forno desligado, crescendo de novo. Após isso, assei por uns 20/25 minutos em forno a 180 graus, ou até corar por cima. É o tempo de preparar um café e arrumar a mesa, cara pálida.
Se você não tiver máquina, pode fazer a receita assim mesmo, substituindo a medida do copo por xícara de chá, e as demais como explicado. Misture bem os ingredientes numa superfície como uma mesa ou mesmo a pia da cozinha (se estiver limpa e seca, claro) e sove a massa por uns 10 minutos. Deixe repousar dentro do forno (desligado, cara pálida) e após 40 minutos, sove a massa de novo. Deixe crescer por mais 40 minutos e molde no formato desejado. Novo repouso no forno desligado por mais 40 minutos, e depois asse normalmente até adquirir uma cor dourada.
Confesso que este foi um dos melhores pães que já fiz. A massa ficou bem aerada, muito leve mesmo, e acho que foi por causa da farinha de grano duro, rica em gluten (se você não tiver, faça com 100% de farinha comum, fica bom também). O queijo ficou muito discreto para o meu paladar, na próxima vez vou colocar um pouco mais. Rende 4 pães de tamanho padrão, para lanche, que dariam para 4 pessoas civilizadas, ou 2 ogros, como aqui em casa.
Esta receita é básica, e você pode trocar os condimentos por outros, como manjericão, alecrim, passas (hidrate por 10 min em água quente e escorra antes de colocar), linhaça, castanhas, bacon torradinho e por aí vai. Se não gostar de nada disso, pode fazer uma massa neutra, simples, aumentando um pouco a quantidade de sal (mais 1/3). Pode ser feito também pãezinhos menores, para servir de acompanhamento para torradas, queijos, azeite, etc.
Faz aí e me conta.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

E mais uma vez, eu, esta que vos escreve, euzinha mesmo, estraguei o meu dia. Aplausos, porque eu mereço.
Quando eu era criança eu adorava assistir à Retrospectiva da Globo; achava o maior barato ver quem tinha morrido (sério) naquele ano que estava acabando. Sempre odiei finais de ano mas as retrospectivas eram legais. Depois dos 19, 20 anos, quando a vida foi ficando cada vez mais séria, e triste, eu desistir de assistir às Retrospectivas.
Esse ano eu estava pensando em algo dessa natureza quando o @hbariani, blogueiro de primeira grandeza, me instigou a atualizar o blog e eu pensei escrever, de verdade, sobre o ano que está acabando.
2010 foi um ano difícil pra burro. Muito embora eu saiba que os dias são todos iguais e que a divisão em meses e anos pouco importa para o universo, a gente acaba percebendo que existem épocas, sejam meses ou anos, que são mais complicadas de administrar na nossa vida.
Pode ser negativismo, mas 2010 foi o ano do "não" para mim.
Eu não concretizei o projeto de ser independente, de ter meu próprio escritório.
Eu não coloquei minhas finanças em ordem; pelo contrário, estão uma zona.
Eu não recebi a grana que pessoas me devem, nem que estão pra sair em processos antigos.
Eu não comprei minha casa.
Eu não criei coragem para dirigir.
Eu não emagreci tudoo que precisava (8kg de 14 é muito pouco).
Eu não me vi livre desses remédios chatos.
Eu não fiz a viagem que queria.
Eu não me senti feliz com o trabalho que estava realizando; apesar de gostar muito do que faço e do local onde trabalho, caí nas "graças" de um cliente chato demais.
Eu não fui nomeada para o cargo no qual fui aprovada no concurso.
Eu não vi minha família e meus amigos o tanto que eu queria.
Eu não estudei, não me aperfeiçoei, não entrei no curso de inglês.
Esse ano eu vi um monte de coisa na minha vida sair do lugar, vi meu irmão doente, vi minha avó indo embora aos poucos (apesar de estar se aguentando ainda). Vi minhas mais novas sobrinhas nascerem e eu ficar aqui, de longe, só vendo fotos e sentindo saudade.
Ah, 2010, vai tarde.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

99% da mudança arrumada. Já temos uma casa de verdade, pessoas.
Ainda estou chocada com o assassinato do professor de uma faculdade de BH por um aluno seu. A que ponto chegamos, senhoras e senhores?
E eu que pensava que "Móveis Coloniais de Acaju" era "Móveis Coloniais de Aracaju".

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Meu emeio mudou. Agora é Gmeio. O Yahoou deu vírus.