terça-feira, 28 de setembro de 2010

Olha, eu tô pra dizer que desânimo me define. Tô cansada, chateada e infeliz com o meu trabalho.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"Nunca fui nada e não pretendo ser nada, mas sou isso aí que você tá vendo."

Da linda Lori M., la reina.

domingo, 12 de setembro de 2010

Cara, e a música ainda dizia que quando entrasse setembro, tudo ia ficar melhor. Cê jura, né?
A Receita Federal me multou em 5 mil reais pela minha declaração de imposto de renda referente a 2007, ano em que tive 13 mil reais de rendimentos (não sei porque chamam salário de rendimento). Eu ( ) sento e choro? ( ) morro? ( ) ligo o foda-se? ( ) me preparo para um processo judicial longo e cansativo?
Cês tão bonzin? Que bom, porque aqui está tudo um caos.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A praga que atacou meu manjericão segue lá, firme e forte. Parece um percevejo bem pequeno. Estou achando que o melhor é arrancar as plantas e comprar novas mudas. Que saco, viu?

domingo, 5 de setembro de 2010

Ontem, além do flan de coco (que já acabou), eu também fiz uma carne ensopada que deveria ter sobrado para o almoço de hoje, mas que acabou ontem mesmo com o casal de piratas somalis bebendo caipirinha de kiwi e veno Harry Potter na HBO.
Comprei um pedaço lindo de miolo de acém no Mister Boi (finalzinho da Silviano Brandão), que para mim tem as melhores carnes de BH. O açougueirolimpou e picou e eu separei em 2 pacotes de mais ou menos 800g. Peguei uma das porções e temperei com 1 colher de sobremesa rasa de sal, 3 dentes de alho picados e 1 pedaço de gengibre do tamanho de 1 dente de alho também picado.
Esquentei um fio de óleo (uso sempre de girassol) na panela de pressão e deixei a carne selar. Quando já tinha pegado uma corzinha, coloquei 1 lata de tomates pelados, umas 8 azeitonas sem caroço fatiadas, 1 cebola grande cortada em pétalas e cobri a carne com água quente. 25 minutos depois, lá estava a carne já cozida. O tomate, o alho, o gengibre, a cebola e as azeitonas formaram um caldo muito saboroso e de ótima "cremosidade".
Acrescentei cebolinha e salsinha picados e estava lá uma carne gostosa, barata, que poderia ter sido acompanhada por arroz e/ou pirê de batatas, mas que foi devorada com pão em frente à TV, num sábado à noite super tranquilo em casa.

sábado, 4 de setembro de 2010

Hoje tem receita!
Já tem um tempinho que não faço nada além do básico do básico, e nem sou muito de doces, mas hoje eu fiz um negócio de ficou absolutamente ótimo: flan de coco com geléia de menta.
Você vai pegar 100g de coco ralado sem açúcar e hidratar com 3 ou 4 colheres de sopa de água quente. Se você for uma alma desprendida que quer colocar coco fresco, raladinho ali na hora, fica melhor ainda, mas não conte comigo, ok? Bom, aí você vai preparar 1/2 envelope de gelatina em pó incolor e sem sabor, de acordo com as instruções da embalagem, lembrando de dissolver muuuito bem para não sobrar grumos no fundo.
Joga no liquidificador o coco hidratado, a gelatina, 1 vidro de leite de coco, 1 caixinha (200ml) de creme de leite e 1 caixinha de leite condensado (270g) e bate bem. Se estiver usando coco fresco, não ponha para bater, apenas misture no final. Divida em 4 ou 6 recipientes de sobremesa e leve à geladeira. Quando já estiver firme, você põe 2 colheres de sopa cheias de geléia de menta num recipiente e um pingo de água quente, mexendo até ficar um pouco mais rala e cubra os potinhos de flan. Eu usei geléia de menta da Queensberry porque 1) era a que tinha na geladeira 2) ficaria menos doce e também refrescante 3) queria um lance diferente, mas você pode usar outra de sua preferência; geléia de goiaba deve ficar ótima.
Outra opção é usar formas e desenformar num pratinho bacana, despejando a "calda" de geléia na hora de servir e decorando com folhinhas de hortelã se você tiver. Fica bonito, custa pouco e é uma delícia. Faz aí e me conta.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Todo ser vivo que habita a Terra está programado para se reproduzir. O objetivo principal da luta por alimento, da melhoria da aparência, dos rituais de formação de sociedades é, unica e exclusivamente, de manter o DNA do indivíduo (e da espécie, por consequência) ativo por aí. É assim com vírus, cogumelos, passarinhos, gatos e, porquê não, humanos.
Um belo dia na longa História Natural, o homem descobriu que o sexo, além de fins reprodutivos, também poderia ser uma fonte de prazer, um belo passatempo (imediatamente após isso, surgiu a culpa, mas isso fica para outra hora). Assim, além dos golfinhos e dos chipanzés, se não me fala o meu profundo (como um pires de café) conhecimento em biologia, o ser humano é uma das espécies que pratica o sexo não apenas para fins reprodutivos, mas também para alcançar prazer, dele e o parceiro.
A evolução seguiu e o ser humano notou que muitas vezes ele não conseguia um parceiro, mesmo que já conseguisse tomar banho, vestir roupas e escovar os dentes. Percebeu também que arrastar o parceiro à força nem sempre era uma boa idéia mas, olha que esperto! talvez com presentinho as coisas ficassem mais interessantes e então não faltou mais nada para que se criasse (ou descobrisse) o infindável mundo do sexo pago.
Esse tema perturba a minha cabeça há anos. Já falei aqui no blog que sou incomodada pela prostituição e pela venda da imagem do corpo para fins de entretenimento sexual. Recentemente a @_bani me indicou um vídeo sobre as prostitutas da Praça da Luz, em São Paulo; mulheres mais velhas que se dedicam ao comércio do corpo desde que eram garotas; fiquei estarrecida e confesso que chorei. Ontem vi um documentário chamado “Pornô dos Outros”,um TCC de 12 minutos contendo entrevistas realizadas com nomes famosos do pornô nacional , como Vivi Fernandez, Rogê Ferro, Márcia Imperator e Pâmela Butt. Fora isso, li a dissertação de mestrado da Maria Elvira Diaz Benitez, sobre a produção de filmes eróticos no Brasil e que virou livro recentemente.
Estou pensando realmente em começar um trabalho de pesquisa mais dedicado, até pra ver se esse comichão passa, mas sei de pouca bibliografia sobre o assunto. Então, vamos combinar assim: se você tiver uma dica de documentário, vídeo, artigo ou livro sobre sexo pago em geral (prostituição, produção e venda de material pornográfico), você me indica e ganha um pirulito, fechado? :)

domingo, 29 de agosto de 2010

Gente, o que é a bunda da Valeska Popozuda? A melhor resposta ganha um pirulito.
Eu deveria arrumar meu guarda-roupa.
Eu deveria varrer a casa.
Eu deveria comer só uma saladinha no almoço.
Eu deveria depilar minhas pernas.
Eu deveria colocar minha planilha de orçamento em dia.
Eu deveria arrumar os papéis da minha bolsa.
Eu deveria hidratar meu cabelo e pinçar minha sobrancelha.
Eu deveria dar uma faxina nos meus e-mails.
Eu deveria ligar pra meus familiares.
Eu deveria...
Deveria...
Deveria...
Ao passar mentalmente a imensa lista de coisas que eu deveria fazer hoje, eu me pergunto onde fica o "eu quero". Eu quero assistir filmes e ficar de pijama o dia inteiro hoje. Eu quero almoçar a lasanha que sobrou de ontem. Eu quero ficar com o cabelo avacalhado e deixar pra lavá-lo no finalzinho do dia. Eu quero jogar videogame. Eu quero não fazer nada e descansar.
Dormindo todos os dias com vaporizador no quarto, mas mesmo assim acordo com a sensação de ter areia no nariz.
Não entendo absolutamente nada de jornalismo mas, como leitora, acho uma afronta à inteligência das pessoas a criação e o uso de apelidos para pessoas envolvidas em crimes.
Há alguns meses, Estado de Minas batizou um grupo supostamente envolvido (ainda não foram condenados, então é supostamente mesmo) em homicídios como "bando da degola". Mais recentemente, o empresário acusado de dar um golpe milionário em investidores foi apelidado de "Madoff mineiro". Pra quê isso? Porque não usar os nomes das pessoas nas notícias, ao invés de criar personagens?

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

"Mu de Aquário" é a mãe, Srtª Inquietudine.
UPIDEITE: A @tatals me informou que é Mu de Áries, mas continua sendo a mãe da @inquietudine.
Cadê o inverno?